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Solenidade de São Francisco de Assis na Paróquia do Rosário

A cidade capixaba de Vila Velha, tem em sua história a presença marcante dos franciscanos. A religiosidade católica da cidade, e até mesmo a do estado, nasceu em torno a presença dos frades, seja no Convento da Penha, ou na paróquia Nossa Senhora do Rosário. Deste modo a parcela do povo de Deus do Espírito Santo, conhece de um modo muito carinhoso a vida de São Francisco e a espiritualidade franciscana.

As missas do fim de semana (3 e 4 de outubro), em todas as comunidades da paróquia, foram seguindo a liturgia franciscana, sendo celebrado a Solenidade de Nosso Seráfico Pai São Francisco. Seguindo todos os cuidados sanitários, o povo de Deus se reuniu, nas Igrejas para recordar a memória do Pobre de Assis.

Nas palavras do Pároco, Frei Djalmo Fuck, em uma de suas homilias da solenidade do Santo Seráfico assim explanou:

“A história de Francisco é conhecida pela presença dos freis, seja no Convento ou na paróquia. Francisco é o santo da relação, tal como recordamos no ano passado, os 800 anos do encontro dele com o Sultão. Na data de ontem, o papa Francisco publicou uma encíclica, assinada no túmulo de são Francisco com o nome, Todos Vós Sois Irmãos”, explanou o frade.

“Francisco é um fiel seguidor de Cristo, um outro Cristo. No tempo da pandemia temos dificuldade de nos solidarizar com os outros. Assim como São Francisco, somos seres em relação, precisamos uns dos outros, mais do que nunca precisamos do outro, pois não conseguimos nos salvar sozinhos”, exortou o pároco.

Continuando a fala de Frei Djalmo:

“Francisco é o santo da relação consigo mesmo, se ama a partir de sua história, pois ele também não foi sempre um santo, teve uma história torta, para nós como Francisco o primeiro desafio é me amar e me encontrar. São Francisco também é o santo da relação com os irmãos, que caminha ao nosso lado, é um homem que se relaciona com toda a natureza criada, prova disso é o cântico das criaturas. Nos cuidar, cuidar dos outros”.

Terminando suas palavras assim nos recordou o sacerdote: “Francisco fez do hábito de seu capuz, sua pequena capela, nos ensinando que devemos aprender a rezar aonde quer que estejamos, transformar toda a vida em oração. Mesmo nesse tempo muitos não vindo à igreja, fizeram da sua vida um templo”.

Por fim o pedido do Frei Djalmo, foi de que “possamos partilhar como São Francisco de Assis”. Que o Santo de Assis possa iluminar a todos, intercedendo por nós junto a Deus.

Paz e Bem!

Confira aqui as fotos das celebrações nas comunidades.

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