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4º dia da Novena de Pentecostes: “Espírito de Paciência”

Nos reunimos hoje, no Santuário de Vila Velha, para celebrarmos o 4º Dia da Novena de Pentecostes.  O tema “Espírito de Paciência” foi inspirado no Evangelho de João “Tenham coragem: Eu venci o mundo” (Jo 16,33).

Junto com frei Florival, frei Leandro e o diácono Campelo, frei Clarêncio acolheu as comunidades presentes e, de modo especial, o padre Osmar, pároco da Paróquia Bom Pastor, em Cariacica, que presidiu a celebração. Ele ressaltou a satisfação em recebê-lo, uma vez que ele é “fruto da casa”, pois foi batizado e crismado no Santuário.

A equipe da Renovação Carismática Católica (RCC) motivou a liturgia da noite e participou de uma encenação mostrando que a paciência suporta as tribulações, as doenças e as contrariedades do mundo (vícios, desempregos, angústias, etc).  Ao acender a 4ª vela da novena, clamou-se ao Espírito Santo para conceder o fruto da paciência, essencial para que o cristão persevere na sua fé.

Após a leitura do Evangelho pelo diácono Campelo, o padre Osmar prosseguiu com a homilia amparada também pela leitura da noite (Tiago 5, 7-11): “Tende, pois, paciência, meus irmãos, até a vinda do Senhor….”, que nos ajuda a fazer uma meditação sobre a paciência na fé.
O padre ressaltou o quanto somos imediatistas, queremos a solução rápida de tudo, e nos decepcionamos com a solução apresentada, porque não é a solução de Deus.  Lembrou do ditado “Deus tarda, mas não falha”, ressaltando que  “Deus não tarda. Muitas vezes, Deus precisa lapidar para que aquilo chegue perfeitamente em nossas mãos”.

Ele lembrou da época em que morou no interior do Estado, onde chovia muito pouco.  E os agricultores, pacientemente e com fé, depositavam as sementes e esperavam a chuva.  Por fim, tiveram resultado vitorioso. Resultado esse, fruto de paciência, perseverança e, principalmente da fé.
Seguiu dizendo: “o cristão tem um processo parecido, vivemos em transformação, humanização.  No processo de humanização, vamos varrendo nossa vida e nos aproximando do sagrado”.
Citou a Pastoral da Sobriedade e a RCC: “quantos testemunhos já presenciamos, tanto na Pastoral quanto na RCC, de fé e perseverança… Quantas pessoas conseguiram sair da vida que estavam…  Mas atrás dessas pessoas, sempre estavam as famílias, que oraram e perseveraram na fé, por muitos e muitos anos.
E finalizou lembrando das dificuldades passadas pro São Francisco de Assis. “Quantas dificuldades temos quando estamos no caminho de Deus… Mas a vitória é certa.  E devemos seguir fiéis aos ensinamentos de Jesus Cristo”, concluiu.

Frei Clarêncio finalizou a celebração convidando todos para o 5º Dia da Novena, ressaltando o quanto o país está necessitado do Espírito Santo de Deus, para nos apresentar bons candidatos para presidente do Brasil.

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