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8º Dia da Novena de Pentecostes – O Sacramento do Matrimônio

Chegamos ao 8º dia da Novena em preparação ao grande dia em que celebraremos o Divino Espírito Santo, no próximo domingo.

Acolhemos a procissão de entrada, com o celebrante da noite Frei Roberto Aparecido Pereira, que junto com Frei Danilo, vieram da Paróquia Sã Francisco de Assis, em Colatina.  Também acolhemos os Freis de nossa Paróquia, Djalmo, Clarêncio, Adriano, Nazareno e Matheus.

No momento de Ação de Graças da noite, um casal da Pastoral Familiar acendeu a 9ª vela dessa Novena.

Na homilia da noite, frei Roberto seguiu dizendo que nesses últimos dias conhecemos um pouco sobre vários Sacramentos, e hoje aqui estamos para falar um pouco sobre o Sacramento do Matrimônio.  Vemos a presença do Espírito Santo na vida de cada um de nós.  E é esse Espírito Santo que ilumina todo o percurso dessa novena, com a presença desse Espírito que inunda toda nossa igreja.  O matrimônio é o amor que sai de nós e vai ao encontro do outro, pois ninguém consegue viver sozinho, não somos ilhas.  E essa reação é próprio da trindade. Esse amor que se manifesta.  O amor matrimonial é a presença desse Espírito que sai de nós e vai ao encontro do outro.  O matrimonio é repartido entre o casal e os filhos, e esse amor repartido também se manifesta na vida de todos que se encontram para celebrar a presença de Deus.  É fácil casar, mas o mais difícil é permanecer juntos. No nosso mundo moderno, ainda vemos casais celebrando Bodas de Prata e de Ouro, mas está cada vez mais raro.  E a tendência é ficar mais raro ainda.  Uma pergunta que os casais jovens devem se fazer é:  “será que eu vou ter vontade de conversar com essa pessoa daqui há 30 anos?  Será que eu vou querer ver o por do sol com ela daqui há 30 anos?  Uma dica é sentar com a pessoa por 15 minutos para ver se a conversa é boa”, ressaltou Frei Roberto, despertando risos nas pessoas.  “Se for, pode casar”.  Atualmente não temos mais tempo para conversar e tomar um café.

Frei Roberto seguiu afirmando que precisamos parar de perder tempo com aquilo que não é importante.  Perca tempo com aquilo que é importante, sugere o frei Roberto. É isso que nossos avós faziam: sentavam na área para esperar o tempo passar, após um dia de trabalho. Devemos rever o conceito do que é importante. Não nascemos para sermos sozinhos, “por isso o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá a uma mulher, e já não são dois, mas uma só carne”.   O mundo moderno quer tirar de nós a percepção de que o matrimônio é algo sagrado, de que é a manifestação de Deus onde nos tornamos uma só pessoa.  Nós devemos lutar e ter a certeza que o Espírito Santo ilumina a vida matrimonial.   É importante construir família.  É importante manifestar a presença de Deus no seio familiar, porque é ali que brota a vocação de ser padre, de ser mãe, de ser consagrado, dentre outras.  A vocação matrimonial muitas vezes se perde em nossas vidas e vira até piada nas conversas informais.  Deixamos a “normalidade” nossas vidas entrarem no seio familiar e perdemos muitas ações importantes, como rezar em família antes das refeições ou antes de deitar. A vocação matrimonial é um presente de Deus e devemos estar preparados para educar os filhos para Deus.  O Sacramento do Matrimonio é uma obra divina, a família é o grande investimento de Deus.  É através dela que se educam os cidadão que procuram imitar a Deus.   Portanto, perca tempo com a família, perca tempo para ver o por do sol, perca tempo com o que realmente é importante, finalizou Frei Roberto.

Frei Djalmo agradeceu a presença dos Freis Roberto e Danilo, que vieram celebrar conosco.  E chamou a todos a participarem do último dia da Novena amanhã, que será celebrada pelo Arcebispo Dom Dario.

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