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Quarta-Feira de Cinzas: “Somos cinza, mas com um destino eterno”

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Começamos a Quaresma, uma caminhada até Jerusalém, onde acontecerão a morte e a ressurreição de Jesus. A caminhada é feita de oração e reflexão sobre a nossa vocação e de uma absoluta confiança em Deus. Esse conjunto se chama conversão, tema central da Quaresma. Não há conversão sem oração. Não há oração sem confiança em Deus. A oração baseada na confiança nos faz ver nossa pobreza de méritos e a necessidade de alguém que nos dê a mão. Símbolo da nossa pobreza, ou até mesmo nulidade, é a cinza que recebemos hoje sobre nossa cabeça. Ela nos recorda de imediato a origem e o destino de nosso corpo, ou seja, a fragilidade da nossa existência na terra. Mas ela nos pode lembrar também o pó da estrada que encontram os caminhantes. Os caminhantes somos nós e nossa meta é chegar com Jesus à Paixão e à Ressurreição. É a Ressurreição de Jesus que nos diz que, embora nosso corpo seja destinado ao pó, nossa pessoa tem um destino eterno. Cada um de nós poderá dizer com os Apóstolos que nossa única missão é sermos “testemunhas da Ressurreição de Cristo” (At 4,33) na terra e “participantes da natureza divina” (2Pd 1,4) no céu.

Frei Clarêncio Neotti, OFM

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