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Três novos franciscanos em nossa Paróquia

Da esquerda para direita: Frei Matheus, Frei Claudius e Frei Adriano

Após a transferência dos freis Leandro (para São Paulo) e Florival (para Sorocaba, SP), três novos franciscanos foram designados para a paróquia Nossa Senhora do Rosário e já foram recebidos de braços abertos pela comunidade.

Frei Matheus José Borsoi, natural de Cordilheira Alta, em Santa Catarina, veio de Curitiba, onde aos 21 anos estava em formação, em um convento, cursando a faculdade de filosofia.

Frei Claudius Gurski é alemão, mas está no Brasil desde 1954 e já é conhecido por muitos fiéis, pois passou os últimos nove anos servindo no Convento da Penha e, em 1995, atuou no Santuário.

Frei Adriano Dias do Nascimento é de São Lourenço, Minas Gerais, mas veio transferido de Amparo, em São Paulo, onde era pároco. Também já exerceu essa função na favela da Rocinha e já passou pelo Convento da Penha.

Vim para servir. E fiquei feliz em poder voltar para Vila Velha, onde meu irmão, Frei Alessandro (do Convento), também está servindo”, comenta frei Adriano.

Cada um com sua história, sua experiência e seus dons chegam iluminados para dar ainda mais força à nossa paróquia, atuando também nas dez comunidades, junto com os freis Djalmo, Clarêncio e Nazareno.

Vai ser uma experiência nova. Vim com o espirito de servir a necessidade da paróquia”, diz frei Matheus, que juntamente com frei Adriano vai trabalhar em todas as pastorais, auxiliando o pároco, frei Djalmo.

Já Frei Claudius assume a função de atendente conventual, ficando por conta das confissões, das missas e do trabalho com os doentes.

Sobre a vocação

Ao falar sobre o chamado de Deus, frei Adriano conta que a vocação acontece na vida prática: “A vocação parte de Deus e precisa ser cultivada todos os dias. É importante gostar do que fazemos. Deus Chama, prepara e envia. Ele chama a todos, mas no preparar, as missões podem ser diferentes”.

O frei lembra que a inspiração para sua ordenação foi em I Samuel 3, 10: “Fala Senhor, que teu Servo escuta”. “E esse chamado passa pela mediação humana, com incentivo da família e da comunidade. A gente se identifica com o que a gente vê”, revela frei Adriano. O Franciscano lembra ainda que em sua época, ficou quase um ano longe da família ao ir para o seminário: “Hoje em dia com a tecnologia, a internet e o celular, não é mais preciso ficar tão distante”.

Com sorriso no rosto, Frei Matheus conta como decidiu ingressar para a vida sacerdotal bem cedo: “Entrei com 13 anos no seminário, já fiz o ensino médio lá. Vi o chamado de Deus não como algo extraordinário, mas aconteceu no dia a dia. Tinha vontade de saber como era a vida sacerdotal e Deus tem me conduzido a cada dia nesse caminho”.

Já Frei Claudius, aos 86 anos, teve incentivo dos franciscanos alemães que eram missionários no Brasil. Nasceu na Alemanha Oriental, na adolescência pegou a fase da guerra, quando chegou a ter a família expulsa da própria casa. Ele vivenciou a época da Alemanha comunista e depois na fase mais liberal que ficou entusiasmado pelo trabalho missionário. Decidiu entrar em um seminário na Bélgica que era de uma província brasileira. Em 1954, continuou sua formação em terras brasileiras, onde tem uma caminhada missionária muito abençoada.

“Nós devemos ter tempo para Deus, para o próximo e para nós mesmo, seja na pastoral ou fora dela. Assim seremos felizes”, ensina frei Claudius com sua mansidão e sabedoria.

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