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Solenidade da Epifania do Senhor: “Deus sinaliza a estrada da fé”

A festa da Epifania – ou dos Santos Reis, como a chama carinhosamente o povo – é uma das mais antigas da Igreja. E uma das mais ricas em sentido. A festa poder-se-ia chamar ‘festa de Cristo, luz dos povos’; ou ‘festa da fé’; ou ‘festa do dever missionário’; ou ainda ‘festa da unidade das raças’. Guardando o antigo nome de Epifania (palavra que significa ‘manifestação’), a Igreja acentua a revelação de Jesus, Filho de Deus, como salvador de todos os povos. Podemos alcançar essa verdade, se lermos os sinais que nos são dados para reconhecer Jesus. Hoje é uma estrela, amanhã serão seus milagres, sobretudo o milagre da ressurreição. Importa não ficar indiferentes diante dos sinais. Os Magos hoje, além de simbolizarem a universalidade da salvação, simbolizam também os que percebem os sinais do Senhor e se deixam guiar por eles na procura da verdade. As Escrituras Sagradas (para os judeus) e os astros (para os pagãos) anunciam o milagre de Belém. Os sacerdotes e os escribas, embora conhecendo o sinal (v. 5), não saem à procura do Messias. Os pagãos, guiados por sinal bem menos significativo, o encontram e, com grande alegria (v. 10), prostram-se diante dele e o adoram (v. 11).

Frei Clarêncio Neotti, OFM

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